Kojima temeu fechamento do estúdio após saída da Sony
Diretor também revelou preocupação com os quase 200 funcionários do estúdio e decidiu manter Physint em desenvolvimento.
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A saída da PlayStation de Physint colocou Hideo Kojima diante de uma preocupação maior do que o futuro do próprio jogo. O diretor temeu que a perda do financiamento pudesse comprometer toda a Kojima Productions, estúdio independente que emprega quase 200 pessoas.
Em entrevista ao Washington Post, Kojima explicou que recebeu a decisão da Sony durante uma chamada em junho. O diretor afirmou que a empresa não apresentou uma razão para encerrar sua participação e admitiu que inicialmente ficou sem saber como reagir.
A situação também colocou os funcionários de Physint em risco. A Kojima Productions já havia contratado profissionais especificamente para o projeto e, segundo Kojima, nenhuma demissão aconteceu. Parte dessa equipe foi transferida temporariamente para OD enquanto um grupo menor continuou trabalhando em Physint e o estúdio procurava uma nova publicadora.
Kojima não esperava que Physint fosse abandonado
O cancelamento surpreendeu ainda mais o diretor porque ele considerava Physint o projeto com maior potencial comercial que poderia produzir. O jogo marcaria seu retorno ao gênero de ação e espionagem depois de Metal Gear, além de representar um projeto importante para seus 40 anos trabalhando com videogames.
A situação foi resolvida após o Xbox assumir a publicação. A própria Kojima Productions também afirmou neste domingo que está em uma condição financeira saudável e lucrativa e mantém uma boa relação com a PlayStation, apesar da mudança em Physint. O GeekShip já havia detalhado os relatos sobre os motivos que teriam levado a Sony a abandonar o projeto. Vendas de Death Stranding, segundo relatos, pesaram no cancelamento de Physint